quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Dia Mundial da Literacia

"Cerca de 75 milhões de crianças em todo o mundo continuam sem acesso ao ensino. Em Portugal, nove em cada cem portugueses continuam sem saber ler nem escrever, na maioria idosos e a viverem no Interior. Ainda assim, previsões da UNESCO apontam para uma descida progressiva até 2015 (...)
Jornal Público

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Mediaçao Parental aprende-se

Numa altura em que “está a ser feito um esforço de inclusão digital dos mais novos, de modo alargado, a famílias com poucos recursos, é importante ter presente que muitos pais não usam ainda o computador ou a Internet e que podem ter dificuldade em entender a informação online”, defende, em declarações ao VER, a coordenadora nacional de um estudo do EU Kids Online, cujas conclusões foram apresentadas na última Sexta-feira, em Lisboa
POR GABRIELA COSTA

São cada vez mais, e mais novas, as crianças portuguesas que utilizam a Internet, mas são poucos os pais que as acompanham. Assinalando o final da primeira fase de implementação, o projecto EU Kids Online, que reuniu em Portugal investigadores, académicos e decisores políticos, conclui que, atendendo à tenra idade destes jovens e ao facto de acederem mais à Web do que os seus progenitores, não estão a ser desenvolvidas estratégias de mediação parental adequadas à sua protecção face aos riscos inerentes à utilização da Internet.



Toda a noticia

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Uma Ilha na Lua

William Blake. (1996)Uma Ilha na Lua Lisboa:Antígona.


" O alargamento progressivo do horário e do tempo de escolaridade (incluindo a cada vez mais precoce pré-escolarização das crianças), assim como do horário e do tempo de ver televisão correspondem, de certo modo, a uma vigilãncia e programação total da educação das crianças, amestradas desde pequenas no papel de alunos atentos e consumidores responsáveis (...)
in prefácio
Manuel Portela

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Vale a pena aprender ingles no lº Ciclo EB?

Será que valeria a pena incluir o estudo do inglês no currículo, como defendem pais e sindicatos de professores, já que as escolas têm obrigatoriamente de oferecer esta língua como AEC?

- A aprendizagem de uma segunda língua - a ser obrigatória - deve fazer parte do currículo.

Apesar de as escolas terem de oferecer inglês no primeiro ciclo, a sua frequência é facultativa. Será que uma criança que chega ao quinto ano e volta a ter as primeiras noções de inglês, juntamente com outras que nunca tiveram não se desmotiva?

- Nesta fase da vida, as crianças devem aprender uma segunda língua sobretudo falando e não aprendendo gramática ou sintaxe. A aprendizagem de uma língua estrangeira (uma segunda língua) deve ser feita, ou deve ser aprendida como se aprendeu a língua materna e não com programas que impliquem conteúdos muito escolarizados. A aprendizagem informal e que parte da vontade das crianças é vantajosa e não interfere com nenhum programa curricular, muito pelo contrário.
As crianças pequenas aprendem uma ou mais línguas com muita facilidade, desde que tenham essa possibilidade. Neste sentido, dar oportunidade a que as crianças possam estar num ambiente onde se aprende naturalmente uma língua é vantajoso. Aliás, muitas crianças aprendem inglês cantando ou ouvindo “bonecos” dos desenhos animados na TV.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Aprendiz de Utopias

No país de Salazar
José Pacheco| 2009-06-03

Razão tinha Ivan Illich quando disse haver quem medisse o seu êxito pelo fracasso dos demais. Também na Educação, a ignorância é condimento da sanha destrutiva contra qualquer projecto que escape à mediocridade reinante. A Escola da Ponte que o diga...

texto

TPC a mais, brincadeira a menos

texto

EDUCARE.pt
O Portal da Educação
Segunda-feira, 8 de Junho de 200

quinta-feira, 4 de junho de 2009

As criança como autoras

Reflexão sobre a experiência de de participação na elaboração de um Jornal Escolar
Joana Santos, Angela Vieira, Vãnia Garrido, Rute Teixeira e Cristiana Nogueira

" Pensamos que se é bom englobar o mundo dos adultos no Jornal da escola, também era bom ver o mundo das crianças nos jornais dos adultos. Lemos noticias do que acontece às crianças (morreu não sei onde, tem insucesso, etc), mas não das coisas que interessam de facto às crianças e muito menos do seu ponto de vista. Muitas vezes não tem matéria que nos interesse, são muito superficiais, não têm nada de realmente importante. Nós estamos esquecidos nos meios de comunicação social e quando somos lembrados é para dizerem que não prestamos... para dizer mal"

Diálogos sobre o vivido
Humberto Lopes e Maria José Araújo
2004 - Revista Educação Sociedade e Culturas


texto completo

terça-feira, 2 de junho de 2009

Crianças e Jovens em Noticia

Crianças e Jovens em Notícia
Cristina Ponte (org)
2009 - Livros Horizonte

Os textos que compõem este livro correspondem às actas do I Seminário Internacional " Infância, Cidadania e Jornalismo". Sao textos que traduzem as preocupações de um conjunto de investigadores sobre as tendências e enquadramentos jornalísticos acerca das problemáticas da infância.

Apresentação 8 de Junho, às 18 horas, no Museu da Cidade, em Lisboa.

O Dia Mundial da Crianças na Escola EB1 JI do Cerco do Porto


















Muita alegria, muita festa, muita brincadeira e sobretudo uma grande felicidade.

domingo, 31 de maio de 2009

1 de Junho Dia Mundial da Criança



Pela sua imaturidade bio-social e dependência dos adultos, as crianças têm, nas nossas cidades, direitos limitados: não podem correr à vontade, gritar, escrever nas paredes, saltar, cantar alto, fazer barulho, pendurar-se nos espaços exteriores, subir às árvores, saltitar, nem sequer esconder-se dos adultos para pensar, quando estes não as entendem.
Os lugares de brincadeira e esconderijo, lugares que estimulam a exploração e a transgressão de todo o tipo de limites, possibilitando formas de transformar o mundo, estão em extinção nos grandes centros urbanos. As crianças, submetidas a pressões educativas, pragmáticas e intelectuais excessivas, “rebentam” pelo comportamento.

Hoje é dia de lembrar que é preciso criar condições para que brincar seja considerada uma actividade séria e absolutamente necessária para as crianças. Um direito fundamental.

A autoridade não se impõe, conquista-se

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