Foi com pesar que mestre Juvenal nos foi dizendo que as crianças, hoje, abandonam a terra em busca de uma vida melhor. Mas abandonando a terra poderiam encontrar na escola uma forma de continuar a arte.
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M Jose Araujo
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15:26
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As brincadeiras, portadoras de tradições e costumes culturais de significado intangível, são expressões culturais reconhecidas pela Unesco como património comum da humanidade. Mesmo assim, o brincar e as brincadeiras enquanto manifestações colectivas, em que a criança desenvolve relações sociais com o seu grupo de pares e com os adultos, apelando à memória colectiva, nem sempre são incentivadas e respeitadas. Por um lado, o significado de brincar como essencial para o diálogo intercultural e tónico para a vida das crianças não tem sido compreendido como acto “sério”, e por outro, o tempo e o espaço para brincar tem vindo a diminuir, criando constrangimentos diversos que merecem a nossa atenção.
As culturas da infância, enquanto conjunto de conhecimentos e comportamentos próprios de uma geração, são indispensáveis para a construção da identidade das crianças.
É por isso urgente que se valorizem!
É por isso urgente que se respeitem os espaços de brincar !
Publicada por
M Jose Araujo
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14:56
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Fará sentido que, na sociedade contemporânea, as crianças trabalhem mais do que as 40 horas que achamos razoáveis para os adultos? Fará sentido prolongar de tal modo as suas ocupações que não lhes deixamos tempo para brincar e descansar? Será que temos o direito de ocupar e condicionar o tempo livre das crianças depois de um dia de Escola? Além destas perguntas primordiais, às quais se procura responder neste livro, muitas outras se colocam, hoje, aos pais e encarregados de educação, professores e educadores.