terça-feira, 14 de março de 2017

Brincadeiras, porque não as valorizamos?


As brincadeiras, portadoras de tradições e costumes culturais de significado intangível, são expressões culturais reconhecidas pela Unesco como património comum da humanidade. Mesmo assim, o brincar e as brincadeiras enquanto manifestações colectivas, em que a criança desenvolve relações sociais com o seu grupo de pares e com os adultos, apelando à memória colectiva, nem sempre são incentivadas e respeitadas. Por um lado, o significado de brincar como essencial para o diálogo intercultural e tónico para a vida das crianças não tem sido compreendido como acto “sério”, e por outro, o tempo e o espaço para brincar tem vindo a diminuir, criando constrangimentos diversos que merecem a nossa atenção.
As culturas da infância, enquanto conjunto de conhecimentos e comportamentos próprios de uma geração, são indispensáveis para a construção da identidade das crianças.

É por isso urgente que se valorizem!
É por isso urgente que se respeitem os espaços de brincar !

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Trabalho e organizacao coletiva

Esta semana pelo menos dois assuntos de relevo, ligados ao trabalho, merecem a nossa atençao.
O debate sobre o emprego e a remuneracao
A greve dos funcionários nao docentes

Sobre o primeiro topico vale a pena ler o texto de Sandra Monteiro, publicado no "Le Monde Diplomatique"

" Não há nada como a discussão sobre o trabalho para tornar claro que o conflito social e a luta de classes estão bem vivos, mesmo (ou sobretudo) depois de décadas de proclamação neoliberal de um suposto advento da sociedade do consenso e da globalização feliz. O debate sobre questões laborais mostra que não estamos todos no mesmo barco nem remamos todos no mesmo sentido. Há políticas que prejudicam toda a gente, e sabemos que as mais igualitárias e universais são as que constroem sociedades que funcionam melhor para todos. Mas há também interesses divergentes, em conflito, cuja resultante depende muito da correlação de forças entre os mais e os menos poderosos.
(...)"
http://pt.mondediplo.com/spip.php?article1158


Sobre a greve dos funcionários nao docentes vale a Pena dizer que se trata de um assunto muito complexo. Independentemente das diferentes razoes apontadas para a greve a verdade é que sao pessoas que, quase sempre, estao "invisiveis" nas escolas. Sao estes  funcionários que tem de estar sempre disponiveis para os organs de Gestao, para as diferentes instutuicoes que interagency com a comunidades escolar, para pais e encarregados de educacao, para as criancas e Jovens no seu papel de alunos, para os professores e colegas ....
O papel imprescindivel destas pessoas nem sempre é reconhecido.
Sao educadores e educadoras que diariamente distribuem afetos, fazem mediacao de conflitos ....
. Pouco podem dizer e escutam muito ...
Está portanto na altura de alguém os escutar !!!



domingo, 15 de janeiro de 2017

Encontro" Brinquedos reencontrados"

17 Janeiro 2017

Encontro no âmbito do projeto : "Brinquedos reencontrados"
Escola Superior de Educação - Instituto Politécnico do Porto


O papel do brinquedo, da brincadeira e do jogo na educação │ Maria José Araújo │ 11h
coffee break │ 11.30h – 11.45h
o brinquedo através da história da arte │ Carla Queirós │ 11.50h
moderação Fátima Lambert │ sala 26 
o brinquedo através dos tempos
coleção do Museu do Brinquedo Português │ Sandra Rodrigues │ 14.30h
coffee break │ 15h – 15.15h
coleção de brinquedos de Acúrcio Moniz e Armando Dourado │ 15.20h
moderação Sérgio Veludo │ auditório
mostra de brinquedos │ 16h
alguns brinquedos da coleção de Acúrcio Moniz e Armando Dourado em depósito na ESE
oficina de brinquedos │ sala 15 │ 17h – 18h
alunos de Artes Visuais e Tecnologias Artísticas 

Organização: Alunos do 2 ano do Curso Técnico Superior Profissional de Valorização do Património Cultural - ESE - IPP

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Entreter




As crianças são muito competentes a entreterem-se a si próprias. Vemos isso quando elas brincam sozinhas ou em grupo. Decidem as suas brincadeiras e fazem descobertas nessa relação com os objetos e com os/as amigas. E neste sentido aprendem muito.

Quando são os adultos a organizar as atividades para as entreter elas nem sempre aderem. 
Se não aderem não aproveitam.

Na verdade, hoje, as crianças passam muito tempo - muitas horas por dia - em espaços fechados. Na escola, no ATL ou noutros sítios - espaços muitas vezes exíguos e com programas e atividades muito estruturadas deixando pouco espaço de escolha e exploração para a criança.
Uma atividade que é pensada somente para entreter tem esse efeito: entreter!

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

O tempo-dos-pequenos-prisioneiros


Bem-vindos à nova era, a das crianças que não têm tempo para brincar. E a dos adultos obcecados por ocupar-lhes os dias.
Por Luciana Leiderfarb



Quando é que o brincar livremente se tornou a atividade mais rara, menos praticada, na vida das crianças? E quando é que este quadro negro passou a ser encarado como normal?

Toda a noticia:
http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-11-19-O-tempo-dos-pequenos-prisioneiros


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

BRINCAR é Bom !


Declarações destas nao se fazem todos os dias.
O secretário de Estado da Educação afirmar ... é bom!!


“O direito à brincadeira aparece como um direito fundamental. Temos o dever de garantir este direito.” As palavras são de João Costa, secretário de Estado da Educação, que se referia à Convenção dos Direitos da Criança que põe no mesmo plano direitos como a segurança, a educação e a não-discriminação.
As declarações foram proferidas na abertura do encontro promovido esta quinta-feira pela Fundação Ikea, para apresentação de uma iniciativa da marca sueca, o Movimento Direito a Brincar. No Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, foram apresentados alguns dados sobre a importância do jogo livre para o desenvolvimento completo das crianças.

Toda a noticia
   http://www.delas.pt/secretario-de-estado-da-educacao-afirma-brincar-e-bom/

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Greve aos TPC

Espanha. Pais boicotam trabalhos de casa ao fim-de-semana

Os pais queixam-se que os seus filhos têm uma carga elevada de deveres escolares no fim-de-semana, retirando-lhes tempo para passarem com a família. Como forma de protesto, durante o mês de novembro estão a incentivar as crianças a não fazerem os trabalhos durante a pausa semanal

Toda a notícia
http://expresso.sapo.pt/internacional/2016-11-03-Espanha.-Pais-boicotam-trabalhos-de-casa-ao-fim-de-semana

Na verdade e no que respeita às crianças mais pequenas, quem tem a "chave" para resolver esta questão : ter de um certo tipo de trabalhos escolares ( cópias, contas e repetições de tarefas)  para fazer fora da Escola, em casa, no ATL ou nos Centros de Estudo, são  os pais.
Estar com a família, brincar e descansar é um direito e, ao confundir-se estudar com tarefas - que repetem o que se fez na aula - prescritas pelo ou pela professora podemos estar a fazer o contrário do que deviamos na medida que um certo tipo de trabalho repetitivo e cansativo não ajuda a valorizar o cinhecimento é assim o trabalho escolar.

Estar com os pais, com a família, conversar, conviver e aproveitar esse tempo com qualidade não é o que é fundamental?
Não ouvimos todos os dias na escola ou através dos meios comunicação social que os pais têm pouco tempo para estar com os filhos?
Estão?

Esta greve mostra uma certa novidade na atitude dos educadores. O que acontecerá a seguir?
Vamos estar atentos!
Isto promete diálogo ...

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

New study by UNICEF and LSE - Children worldwide gain benefits, face risks in the internet 


Children worldwide gain benefits, face risks on the internet - new study by UNICEF and LSE 

A majority of children say they learn something new online at least every week, but large numbers still face risks online, according to the Global Kids Online Research Synthesis Report 2015 – 2016 produced by the UNICEF Office of Research – Innocenti and the London School of Economics and Political Sci

The Global Kids Online project, launched today at the Children’s Lives in the Digital Age seminar held at UNICEF Headquarters in New York, aims to build a global network of researchers investigating the risks and opportunities of child internet use. The Global Kids Online website makes high quality, flexible research tools freely available worldwide.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Play is children's work

Play is children's work

Posted: October 26, 2016 - 3:53pm

Play is an essential part of childhood development and early literacy. Play provides children the opportunity to explore learned concepts further, try out new vocabulary, imagine and create the fantastical, collaborate with others, and practice storytelling; all while having fun!
There are multiple types of play. Constructive play involves building and creating objects that last beyond the actual playing (if the child chooses). This type of play usually involves props like LEGO® bricks, blocks, dough or clay, cardboard boxes, and even toilet rolls or paper towel rolls. Exploratory play includes activities that encourage children to use their physical selves, including their senses, to figure out how things work. Jumping in a pile of leaves or digging in the sand at the beach are two examples.
Dramatic play happens when children take on roles and act them out. Sometimes these roles are based on real life experiences and other times they are completely imagined. In dramatic play, children often use easily available props to stand in for objects and characters in the story they create. Puppets, stuffed animals, and dolls are common props in dramatic play, as are common household items repurposed to fit children’s needs.
In all types of play, open-ended opportunities are important. Open-ended play is undirected play with props that have multiple possibilities. At the library, families will find boxes of LEGO® and Duplo® bricks in a variety of colors that children can use to build whatever they imagine without rules to follow. During storytime, children are invited to experiment with a variety of art supplies or explore a sensory bin filled with dried beans and small treasures — often without a prescribed goal, which is a key aspect of open-ended play.


http://homernews.com/homer-news/schools/2016-10-26/play-is-childrens-work

domingo, 23 de outubro de 2016

LANÇAMENTO DO LIVRO : EI! Estudar, Investigar e Intervir 25 Outubro 2016

25 de Outubro 2016 na ESE-IPP
Lançamento da publicação coletiva
 Maria José Araujo, Hugo Monteiro, Ana Bravo,
 Salomé Uribe e Teresa Martins (orgs)
EI! Estudar, Investigar e Intervir"  

uma publicação que resultou do trabalho desenvolvido com 
estudantes do Ensino Superior Politécnico, no âmbito 
do projeto "Aprender a Aprender" 
organizado pelo Grupo de Apoio ao Trabalho 
Académico G.A.T.A.

O debate estará a cargo dos professores:

 António Guedes da Escola Superior de Educação do Porto; 
João Teixeira Lopes do Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da UP 
João Arriscado Nunes do Centro de Estudos Sociais da UC



https://www.facebook.com/events/186319398479342/

CHILD IN THE CITY Conference novembro 2016

Welcome to the 8th edition of the Child in the City Conference in Ghent

The 8th Child in the City conference will be held between 7 – 9 November 2016 at the University College in Ghent, Belgium. This international event is a joint project of the Child in the City Foundation and the European Network of Child Friendly Cities (ENCFC). Child in the City 2016 has the full support of our host, the city of Ghent. Read more >>
http://www.childinthecity.eu/2016-conference/about/

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Como frustrar o entusiasmo das crianças que vão para a escola


 

Na paragem do metro, em General Torres, duas crianças conversavam sobre as compras para a escola. Conheciam toda a colorida panóplia que o mercado lhes dedica, atento aos seus clientes mais novos. Exibindo o seu trolley da "Violeta", uma explicava: comprei com a minha mãe... havia muitas mas eu gostava desta; também vais comprar?
Perante o meu sorriso, a mãe explicou: não a larga desde que a comprámos, anda a passear a "Violeta" há dois dias! Só lhe falta dormir com ela. Uma mochila ou um trolley não é só para colocar livros e cadernos, é uma escolha que espelha o entusiasmo que as crianças têm quando vão para a escola. Na entrada no Ensino Básico a criança não tem garantida a aceitação a priori, tem de revelar competências para a conseguir; tem de se adaptar a alterações significativas das rotinas do dia-a-dia, sujeita a uma autonomia obrigatória para se poder desenvolver num ambiente diferente.
Esta dificuldade pode ser atenuada se os educadores evitarem assustar as crianças com frases como: quando entrares para a escola acabaram as brincadeiras; vais ter de trabalhar muito... substituindo-as por incentivos ao prazer da descoberta que o estudo pode proporcionar. As exigências de aprendizagem e do rendimento escolar, a responsabilidade de uma nova vida, sobretudo nas crianças com ambientes culturais e sociais mais desfavorecidos, são fontes de dificuldades capazes de provocar stress.
Um aspeto fundamental para não frustrar o entusiasmo da criança que vai entrar para a escola é compreender que ela é uma pessoa com projetos e não apenas um projeto de pessoa. Realçar o valor do conhecimento e não assustá-la com o papão do futuro. Nem dizer-lhe que tem de se esforçar para ser alguém, ignorando que ela já é alguém desde que nasceu. É ajudá-la a estar na escola com o mesmo prazer e entusiasmo com que brinca, conversa ou escolhe a sua mochila.
 
Maria José Araújo - Cronica "O GAIENSE"
Setembro 2016
 
 http://www.ogaiense.pt/

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Brincar e valorizar as brincadeiras neste novo ano escolar

Neste novo ano letivo precisamos valorizar o brincar e as brincadeiras como fundamentais para o sucesso escolar das crianças e Jovens. Para o seu bem estar.

 Muitas vezes os adultos não deixam as crianças à vontade nas suas brincadeiras, tecendo até considerações sobre a sua importância, para depois lhes proporem outras actividades, que, na sua ótica consideram mais relevantes para a formaçao no seu papel de alunos/as. Neste sentido, o brincar aparece, muitas vezes, aos olhos destes adultos como secundário e pouco relevante. No entanto, a criança brinca para descobrir o mundo, as pessoas e as coisas que estão à sua volta. Se estivermos com atenção às brincadeiras das crianças podemos perceber a espontaneidade, o empenhamento voluntário, a regularidade e a consistência do acto de brincar. 
O brincar é um comportamento que permite o conhecimento de si próprio, do mundo físico e social e dos sistemas de comunicação, o que poderá levar a considerar a actividade lúdica como intimamente relacionada com o desenvolvimento da criança. Muitas vezes as brincadeiras das crianças podem parecer frágeis e encantadoras, ruidosas ou turbulentas, no entanto, este brincar faz parte da cultura da infância e para as crianças é um acto muito sério. Foi pensando nisto que pedagogos como Froebel, Decroly, Montessori entre outros propuseram, há várias dezenas de anos, uma estrutura para a escola de modo a que as crianças nela vivessem uma vida de jogo. E é pensando nisto que consideramos fundamental reabilitar o sentido do “brincar” começando por estabelecer as condições para se poder brincar. 
Neste sentido, brincar na escola deve aparecer como uma prioridade absoluta.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

O valor dos Jogos eletronicos

O valor dos jogos eletronicos por Paul Gee

Talvez nem fosse preciso dizer que quanto mais inibimos as crianças de brincar e sociabilizar com o seu grupo de pares e com os adultos mais elas se ligam ao que conseguem agarrar: o tablet, o computador, o telefone ou qualquer outro equipamento ..

Na verdade são equipamentos  essenciais para a aprendizagem não prejudiciais.



https://www.youtube.com/watch?v=JnEN2Sm4IIQ

Dia da criança

Ontem como hoje o dia mundial da criança. De que falamos durante o dia?
De como contribuímos com o nosso olhar de adultos para infernizar o quotidiano das crianças.
Hoje é ainda preciso lembrar que as crianças crescem em contacto com a natureza:
Que precisam de espaços de ar livre para crescer e assim não podem estar sempre em espaços fechados e controlados;
Que precisam correr e assim espaço e tempo de para isso ;
Que precisam conversar e assim ter tempo para isso;
Que precisam de dançar e cantar e assim ter ambiente para isso;
Que precisam ser escutadas e assim ter quem as escute e não só as mande calar;
Que precisam de falar sobre o que gostam e querem e assim ter tempo e espaço para isso;
Que precisam de se movimentar e assim não estar constantemente a ser mandadas sentar;
Que precisam de ser respeitadas e assim ser respeitadas os seus direitos consagrados na lei;
Que precisam ser tratadas como pessoas ...
Enfim que precisam de brincar e conviver com os seus colegas e amigos...
...

Ontem como hoje precisam da nossa cuidada atenção.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Activités de temps libre dans les institutions en charge de l’enfance. Une étude au Portugal



Les Dossiers des Sciences de l’Éducation

 

Activités de temps libre dans les institutions en charge de l’enfance. Une étude au Portugal
Maria José Araújo

Au Portugal, comme dans d’autres pays européens, les activités extrascolaires offertes aux enfants sont très hétérogènes et visent surtout, d’une part, à occuper les enfants pendant leur temps libre et, d’autre part, à leur permettre d’avoir des activités d’expression et artistiques que puissent les aider dans la réussite scolaire. De plus, les parents ont besoin d’un espace où ils puissent « laisser leurs enfants en sécurité ». C’est dans ce contexte que surgit le projet de l’École à Temps Plein. Comme le disent Bourdieu et Passeron (1970) mais aussi Chauveau & Rogovas-Chauveau (1995), un des facteurs essentiels de la réussite scolaire est une répercussion des activités extrascolaires sur le temps scolaire. Ces activités fortement influencées par la famille s’opposent au cadre scolaire relié à l’obligation. La relation que la société entretient avec ces activités ne cesse d’évoluer entrainant de profonds changements dans la vie des enfants. Cependant ces activités de temps libre ne se positionnent pas seulement comme un complément de l’éducation formelle, elles apportent aussi aux enfants des compétences spécifiques qu’ils n’auraient pas pu acquérir dans le cadre des apprentissages formels. Analyser les différentes représentations sociales des parents vise à comprendre quelle valeur les parents donnent aux activités réalisées par leurs enfants. Le concept de représentation sociale permet d’explorer les différentes images, les stéréotypes, les opinions, les croyances et les attitudes relatives aux activités et fournit un cadre intéressant pour la compréhension de la valeur des activités en dehors de la classe (Montandon, 2011).

Cet article propose une réflexion sur les activités informelles et l’institutionnalisation du temps libre des enfants entre six et dix ans au Portugal. Il s’appuie sur une recherche développée dans le cadre des activités de temps libre, et s’interroge sur les activités informelles et l’institutionnalisation du temps libre des enfants.
 

quinta-feira, 5 de maio de 2016

As crianças o tempo livre e as atividades


Quem escolhe as atividades?
 
É importante respeitar o interesse das crianças na hora de escolher as atividades que fazem no seu tempo livre.

"Se são obrigados a fazer tarefas que não querem, então deixa de ser tempo livre para ser tempo não livre: ocupado forçadamente", "se preenchem esse tempo livre com atividades que escolhem e gostam, então é tempo livre ocupado livremente e, em princípio, tudo corre bem". A questão fundamental é "distinguir entre ocupar livremente ou forçadamente um tempo que estava livre". Porque se ocupamos forçosamente elas ficam "irritadas e cansadas".

Na verdade o que se constata é que "a maior parte das crianças não escolhe as atividades que faz". E se não a escolhe, "não a compreende ou não quer fazer, isso significa que não vai aproveitar".  (...)

Revista Pais & Filhos
www.paisefilhos.pt

sábado, 2 de abril de 2016

Presos tem mais tempo livre ao ar livre do quê muitas criancas

IRONIA?


"Presos de uma prisão de alta segurança nos Estados Unidos têm autorização para passarem duas horas no pátio. Por estranho que pareça, é o dobro do tempo que passam ao ar livre os jovens de todo o mundo, entre os 5 e os 12 anos (...)"

Ler em: http://www.dinheirovivo.pt/buzz/libertem-as-criancas-menos-tempo-ao-ar-livre-do-que-um-prisioneiro/#sthash.PcCQH4jd.dpuf

The homework myth by Alfie Konh

After spending most of the day in school, children are typically given additional assignments to be completed at home.  This is a rather curious fact when you stop to think about it, but not as curious as the fact that few people ever stop To think about...

http://www.alfiekohn.org/articles/

TPC para quê? - Jose Soeiro



(...)

A discussão não é nova e em alguns países até deu azo a que pura e simplesmente se proibissem os “trabalhos para casa”. Aconteceu em França, aconteceu em Espanha e aconteceu na Finlândia, tida como um modelo do ponto de vista do sistema de ensino e do sucesso escolar. Nesses países, os TPC foram abolidos para as crianças até aos 11 anos.

http://expresso.sapo.pt/blogues/jose-soeiro/2016-04-01-TPC-para-que-

A autoridade não se impõe, conquista-se

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