domingo, 25 de maio de 2014
Brincar a ler é fazer teatro e contar histórias
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Gosto muito da minha rua
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Gosto tanto de brincar
No recreio
No meu recreio eu gosto muito de brincar ao lencinho e aos saltinhos em altura. Tem uns murinhos e eu ... salto. É perigoso, eu sei .... e é proibido. A minha professora não deixa ....a minha mãe também não. Mas eu gosto muito.
(Diogo 6 anos )
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sexta-feira, 25 de abril de 2014
Lembrar o 25 de Abril pensando nas crianças
As crianças, em todo o mundo, têm muitas coisas em comum.
querem ter uma família,
querem viver entre a família e os amigos,
querem ter uma casa,
querem sentir-se em segurança,
querem beber água potável,
querem ter comida para comer...
Em todo o mundo elas estão sempre a dizer-nos - das mais diferentes maneiras - que querem espaços para brincar, espaços onde possam respirar sem poluição, sem lixo ...
Em todo o mundo elas gostariam de ser respeitadas pelos adultos, ter adultos capazes de as respeitar ...
E, em todo o mundo elas gostariam de ter acesso a uma educação que lhes possa também trazer qualidade de vida no futuro.
Não são pedidos irracionais ... mas mais de 1/3 da população infantil em todo o mundo não tem estas condições. Morrem diariamente milhares de crianças com menos de 5 anos e idade porque não tem que comer...
É um escândalo!
Que o 25 de Abril, hoje, nos leve para além da soleira da porta,
Que o 25 de Abril, hoje, nos lembre o significado da solidariedade, do compromisso, do respeito ...
Que o 25 de Abril, hoje, nos envergonhe pelo pouco que fazemos,
Que o 25 de Abril, hoje, nos obrigue a prevenir situações destas ao pé da nossa casa, junto das pessoas com quem trocamos o nosso olhar todos os dias ...
Não é preciso falar ... É preciso fazer!
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sexta-feira, 18 de abril de 2014
Morreu Gabriel Garcia Marques
Carta de despedida Gabriel Garcia Marques
http://www.youtube.com/watch?v=1HK3tkw0g5k
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terça-feira, 25 de março de 2014
Brincar e aprender
O acto de brincar, significa a possibilidade que as crianças têm de desenvolver habilidades motoras, perceptivas, cognitivas e sociais. A criança quando brinca comanda a situação, tem o controlo da sua brincadeira, percebe do que é e não é capaz e isso é essencial para a sua auto-estima e, assim, para a sua relação com os outros, em especial com o grupo de pares. A criança decide o que brinca e quanto tempo brinca porque, mesmo que tenha de interromper a brincadeira, pode voltar a ela quando quiser ou puder. (...)
O conceito de aprendizagem tem sido especialmente usado para referir o que os adultos ensinam às crianças ou o que supostamente as crianças aprendem com os mais velhos e raramente é utilizado para referir o que as crianças aprendem entre elas. Mais dificilmente ainda é usado para mencionar o que as crianças ensinam aos adultos, e estamos ainda longe de admitir que aprendemos imenso com elas. Temos uma ideia muito estreita do conceito de aprendizagem, que não ajuda a entender que as pessoas (adultos ou crianças) aprendem sempre juntas.(...)
texto completo
http://barometro.com.pt/archives/1139
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o “ofício de aluno” é somente uma componente do “ofício da criança”
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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Em educação tudo leva tempo a mudar
Ana Maria Bettencourt: A Educação leva muito tempo a mudar, a melhorar.
É necessário perceber os efeitos das medidas que se tomam. Como é que nos podemos dar ao luxo de ter tantos professores no desemprego e tanta gente a querer formação?
Entrevista à Página da Educação
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sábado, 5 de outubro de 2013
Brincar é insubstituível
"Brincar fora de casa, na natureza, é insubstituível [para o desenvolvimento das crianças]", sublinhou o médico pediatra Luís Januário, no congresso que decorre na Alfândega do Porto, em que criticou a actual "cultura de segurança fóbica" e a "organização estereotipada dos espaços" criados para o lazer dos mais novos. "Não se pode negar às crianças a oportunidade de se envolverem em actividades de risco".
Todo a noticia
Congresso Nacional de Pediatria
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sábado, 21 de setembro de 2013
Se a Educação se gerisse administrativamente podíamos colocar em lugar do ministro um programa informático.
Necessidades Educativas Especiais: Um mundo numa frase.
Há alguns dias, o ministro da Educação, Prof. Nuno Crato, numa entrevista televisiva pronunciou-se – diríamos finalmente – sobre os alunos com necessidades educativas especiais (NEE). Entre outras coisas disse textualmente: “Estão integrados na turma mas na verdade não estão. Naturalmente o que acontece naquele caso concreto é que aqueles alunos pertencem à turma mas dadas as suas necessidades eles não convivem com os alunos daquela turma. Portanto é muito mais uma questão administrativa do que outra”.
Esta simples frase, como a folha de chá, é bem ilustrativa de um pensamento global e de uma lógica de acção face à educação de alunos com dificuldades. Vamos analisar só três aspetos da frase:
1. “Estão integrados na turma mas na verdade não estão”. To be or not to be… eis a questão. Mas afinal estão integrados ou não estão? Quer dizer… no papel “eles” integram a turma mas na realidade é só de “faz de conta”. A turma é uma coisa e os alunos com NEE são outra… Não é difícil continuar o raciocínio: seria uma estultícia considerar que alunos com dificuldades fazem parte da turma, que estão integrados na turma. A verdade, é que não estão e isto “da integração” é só para visionamento turístico. Bem difícil entender este raciocínio quando Portugal há mais de 20 anos tem seguido uma política de Inclusão (não de “integração”) em que se considera que a presença de alunos com dificuldades na sala de aula é um fator que não só os beneficia a eles por estarem num meio mais estimulante e com maiores expectativas, mas também os restantes alunos que aprendem conteúdos, estratégias e valores com este ambiente inclusivo.
2. “Dadas as suas necessidades não convivem com os alunos daquela turma”. Mas as suas necessidades incluem a ausência de convívio? Hoje não é sequer posto em causa que os ambientes mais estimulantes têm um papel de extraordinária importância no desenvolvimento de todos os alunos e em particular daqueles que mostram ter mais dificuldades na aprendizagem. Portanto, se têm necessidades acrescidas, espera-se que a convivência e a interação com outros alunos sejam ferramentas fundamentais para potenciar o seu desenvolvimento. Dizer que não convivem por causa das suas necessidades é encarar as “suas necessidades” como inelutáveis e considerar que o convívio se deve passar só “entre iguais”. Aqui voltamos a estar a muitas léguas do que se pensa e do que se sabe sobre a promoção de ambientes inclusivos.
3. “Portanto é mais uma questão administrativa do que outra”. Este é sem dúvida um argumento no qual se baseia muita da política educativa do presente. Quando se reivindicam mais meios, mais apoios, mais professores, mais serviços, a resposta é que “administrativamente” tudo está certo: os rácios, os lugares preenchidos, etc. Esta lógica “administrativa” procura desarmar a contestação: se tudo está conforme os ditames administrativos afinal qual é o problema? O problema é muito simples e é fácil de explicar a pessoas com formação de Economia. A Economia é uma Ciência Humana e a Contabilidade não é. Quer dizer que quando se pensa na dinâmica das instituições ou das sociedades, tem que se levar em conta muito mais fatores do que a lógica “administrativa”. Se a Educação se gerisse administrativamente podíamos colocar em lugar do ministro um programa informático. Mas não podemos. Dizer que a colocação de alunos e a sua participação é uma questão administrativa é portanto um grande empobrecimento da riqueza do debate.
Através destes três comentários de uma frase do responsável maior da Educação no nosso país, vemos quanto caminho é preciso andar. É preciso andar muito de onde estamos e será preciso andar ainda muito mais se o ponto de partida for deslocado lá para trás. Ao arrepio do que se sabe, do que se pratica, da legislação portuguesa em vigor e dos compromissos internacionais que assumimos. Queremos acreditar que não e para isso contamos com os professores, com os pais, com as famílias, com as comunidades para resistir a este encolhimento e adulteração do conceito inclusão.
Todo o artigo
David Rodrigues é Professor Universitário e Presidente da Pró-Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial.
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Computador Magalhães no 1º Ciclo do Ensino Básico
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