M Jose Araújo
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Para muitas crianças os TPC, tal qual como os conhecemos, representam muito - em termos do tempo que ocupam no dia a dia da criança - mas muito pouco em termos de estímulos cognitivos.
Dar apoio aos nossos filhos não precisa de ser através dos conteúdos escolares. Aliás para muitos pais essa tarefa é tão difícil que precisam de os colocar nas salas de estudo e/ou no ATL.
Algumas pistas que decorrem das conversas com as crianças, os pais/encarregados de educação e professores:
•Acreditar nas crianças, nas suas potencialidades e criatividade
•Distinguir estudar de TPC
•Promover a vontade de pensar nas coisas – ajudando assim a estruturar o pensamento tão essencial para a aprendizagem formal
• Estar presente e atento ao seu cansaço e aos seus direitos
• Dar atenção ao que elas nos dizem
• Não insistir em muitas atividades diárias sobretudo quando a criança está cansada
• Se a criança tem dificuldades de aprendizagem na escola deve resolver isso na escola, não em casa - e nesse caso, os pais devem incentivar os filhos para que recorram aos professores
• Não é qualquer um que pode ensinar conteudos disciplinares.
Como não é qualquer pessoa que pode fazer uma cirurgia
embora tenha de estar atenta para cuidar da saude do seu filho/a
• Promover a autonomia (não decidir tudo por elas)
Incentivar a criança a resolver os seus problemas com os professores apoiando mas não decidindo por ela. Se ela está cansada e não quer fazer os TPC tem de saber falar sobre isso com o professor/a que a deverá esclarecer sobre o sentido do trabalho proposto
• Não desvalorizar a escola mostrando-lhes que o espaço escolar também lhes pertence
• Fazermo-nos respeitar, valorizando as atividades do quotidiano e o brincar
Se não valorizamos as culturas da infância e o brincar, como queremos que elas nos respeitem?
• Não desvalorizar o trabalho dos professores (tecendo considerações descontextualizadas ou fazendo juízos de valor sobre eles à frente das crianças)
• Idem para os pais
Maria Jose Araujo
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Entrevista com António Novoa
http://www.youtube.com/watch?v=xkeaz43wMDA
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Muitas crianças portuguesas entre os seis e os dez anos trabalham como alunas tanto ou mais do que os adultos, com oito horas diárias na escola a que muitas vezes acrescem trabalhos de casa "A vida das crianças a partir dos seis anos não pode funcionar só a partir da escola. A escola é muito importante, mas a educação informal e os momentos de lazer e o brincar são fundamentais" Vendo o tempo médio de trabalho de um adulto, entre 37,5 e 40 horas semanais, percebe-se que muitas crianças trabalham no seu ofício de alunas tanto como um trabalhador adulto. Contudo, enquanto o trabalho profissional dos adultos é seguido de descanso para a maioria das pessoas, o trabalho escolar é cada vez mais desenvolvido dentro e fora da sala de aula. Repetir em casa o que se fez na escola, prolongando o tempo de trabalho escolar, é um dos erros que se tem vulgarizado Os TPC, a existirem, devem ser feitos na escola, eventualmente no apoio ao estudo e nada mais, até porque representam muito em termos de tempo que ocupam, mas muito pouco em termos de estímulos cognitivos.
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Estudar tem de ter a adesão voluntária das crianças. Deve ser algo que elas percebam e por que se interessem. Perceber que conhecer, aprender e ter a possibilidade de participar no mundo de uma forma informada é algo estimulante, e as crianças gostam deste sentimento. Estudar é perceber mais e melhor... não é repetir o que os adultos impõem. O conceito de estudar é muito confuso para as crianças e elas só o vão percebendo com o decorrer da escolaridade e à medida que se vão confrontando com outras situações – como, por exemplo, estudar a tabuada, estudar para um teste – e, mesmo assim, tudo isso depende delas. A função de estudar, não sendo uma operação muito concreta, é algo que não é muito claro para as crianças nem, provavelmente, para os adultos com quem convivem. As crianças têm múltiplos interesses que são desprezados em função da “matéria escolar”. Todos sabemos disto - o que muitas vezes não sabemos é o que fazer para corrigir esta desatenção. Neste sentido, se se confundir TPC com estudar, estamos a dizer às crianças que estudar é aquele trabalho repetitivo, cansativo e mecânico que é proposto na maior parte dos TPC. É muito importante que se entenda isto, senão é o conhecimento e a própria Escola que estamos a desvalorizar.
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Hollande quer acabar com trabalhos de casa no ensino francês Uma das estratégias do Presidente francês, François Hollande, para a área da educação passa por abolir os trabalhos de casa. A medida não é inédita e está prevista na legislação de vários países – ainda que as escolas acabem por continuar a marcar actividades para os alunos fazerem fora da escola. Toda a noticia E em Portugal? Esta polemica dos "TPC" nao tem sido suficientemente discutida. Porque nao acabar com o "TPC" repetitivos?
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O ano lectivo que estamos agora a começar é mais um ano em que a nossa sociedade propõe às crianças – que frequentam o lº ciclo do ensino básico-, uma educação dirigida principalmente à sua razão, em detrimento da sua afectividade e de toda a riqueza das expressões que são garantia de um desenvolvimento mais completo do conjunto das faculdades humanas. Expressão é a própria vida, dado que toda a natureza humana pode ser considerada expressiva. Para Arno Stern (1), o termo qualifica muitas coisas diferentes e, de uma maneira geral, os educadores querem explicar tudo o que acontece com a criança, porque lhes custa acreditar na acção educativa libertadora que reabilita sem passar por uma interpretação, sem passar por um diagnóstico que conduza a receitas pedagógicas; mas na actividade criativa há coisas que não se explicam. As crianças têm normalmente necessidade da expressão plástica, de desenhar, para enunciarem o que não conseguem confiar à expressão verbal e, se admitirmos este facto como princípio justificativo da sua actividade criadora, a expressão “livre” nunca será colocada em causa. “Compreender a arte infantil é saber porque se exprime a criança, como se exprime e o que exprime” (Stern, s/d: 6). (...) PLATAFORMA BAROMETRO SOCIAL - FLUP Artigo completo
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Reportagem na RTP 1
http://www.rtp.pt/play/p35/e95561/jornal-da-tarde/262110
Dados do SOS criança mostram que há mais pedidos de ajuda das proprias crianças. Ligam para ter alguém com quem desabafar, alguém que as possa ouvir e ajudar.
Porque não prestamos mais atenção aos mais pequenos?
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Fará sentido que, na sociedade contemporânea, as crianças trabalhem mais do que as 40 horas que achamos razoáveis para os adultos? Fará sentido prolongar de tal modo as suas ocupações que não lhes deixamos tempo para brincar e descansar? Será que temos o direito de ocupar e condicionar o tempo livre das crianças depois de um dia de Escola? Além destas perguntas primordiais, às quais se procura responder neste livro, muitas outras se colocam, hoje, aos pais e encarregados de educação, professores e educadores.