domingo, 12 de outubro de 2008

"Magalhães" vai dar a volta ao mundo da aprendizagem?

(...) o grande desafio que se coloca agora aos educadores/as é o de ajudar as crianças mais pequenas a usar efectivamente os computadores e o acesso à internet de forma criativa, para que possam adquirir competências tecnológicas que possibilitem ou ampliem o seu acesso ao conhecimento. Deixar as crianças explorar, e explorar com elas, não só com o intuito de ajudar, prever e controlar, mas também com a vontade de com elas aprender e descobrir o mundo virtual.
A página da Educação

domingo, 5 de outubro de 2008

Um computador por criança / one laptop per child

In this exclusive interview with LAPTOP, Nicholas Negroponte speaks freely on the ambitious One Laptop Per Child Project.

By Joanna Stern
24.04.2007

One Laptop per Child was started as a nonprofit organization two and a half years ago. Every project I have ever done in my life has been a vector toward this one. The early work of Professor Seymour Papert, the creator of the once-popular Logo programming language, provides the foundational theories of children learning through computers--what we call constructionism. In 1981, we were using Apple IIs in primary schools in Senegal.

Entrevista



The founder of the MIT Media Lab, Nicholas Negroponte pushed the edge of the information revolution as an inventor, thinker and angel investor. Now he's the driving force behind One Laptop per Child, building computers for children in the developing world.

A pioneer in the field of computer-aided design, Negroponte was perhaps best known for founding and directing MIT's Media Lab, which helped drive the multimedia revolution and now houses more than 500 researchers and staff. An original investor in WIRED (and the magazine’s "patron saint"), for five years he penned a column exploring the frontiers of technology -- ideas that he expanded into his 1995 best-selling book Being Digital. An angel investor extraordinaire, he's funded more than 40 startups, and served on the boards of companies such as Motorola and Ambient Devices.
But his latest effort, the One Laptop per Child project, may prove his most ambitious. The organization is manufacturing the XO (the "$100 laptop"), a wireless Internet-enabled, pedal-powered computer costing roughly $100. Negroponte hopes to put millions of these devices in the hands of the children in the developing world by 2010.
"If Nicholas Negroponte can achieve his ambition of distributing $100 laptops to the world's disadvantaged children, he will help redefine philanthropy and see his name added to a list alongside the likes of Carnegie, Ford and Rockefeller."
Technology Review

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Qu'est-ce que l'autorité ?

Pour éviter tout malentendu, il aurait peut-être étè plus sage, dans le titre, de poser la question: que fut l'autorité? - et non:qu'est-ce que l'autorité ? Car c'est, à mon avis, le fait que l'autorité a disparu du monde moderne qui nous incite et nous fonde à soulever cette question. Comme il ne nous est plus possible de prendre appui sur les expériences authentiques et indiscutables, communes à tous, le mot lui-même a étè obscurci par la controverse et la confusion. (...)

Como a autoridade pressupõe sempre obediência, pensamos sempre a autoridade como forma de poder ou violência.

Hannah Arendt (1954) La Crise de la Culture. Paris: Édition Gallimard 1972

A escola e a violência(s)

Um episódio desagradável de "violência física" numa Escola do lº Ciclo do Cerco do Porto. A violência nunca tem justificação mesmo que possa ter uma razão. "Bato primeiro pergunto depois" incompreensivel em qualquer situação e repreensível em adultos que deviam dar o exemplo aos seus filhos.
Esta notícia já devidamente comentada pela Associação de Pais da Escola e pelo responsável da DREN quando refere:
- Só por motivo "devidamente justificado podem os pais entrar na Escola. Mesmo nos horários de entrada e de saída têm de esperar pelos filhos à porta do estabelecimento " disse o director adjunto da DREN à Lusa.

Notícia

Incidente destes, sempre lamentáveis, não ajudam a criar uma comunidade educativa empenhada na qualidade do ambiente educativo que se pode proporcionar às crianças e jovens, pois mesmo antes de saber o que se passa já se entra no acto agressivo que não dignifica ninguém não resolve nada e põe em causa o trabalho de anos.

Quanto à EB1 do Cerco é uma boa Escola empenhada no trabalho com os alunos/as, dedicada à causa de aprender e ensinar testemunhado por muitos e muitas e que se vê agora numa situação desagradável e sem justificação....

Um testemunho do que se passa nas Caldas mas que é comum a muitas outras escolas do país

Sindicato dos professores lança alertas e reivindicações no início do ano escolar

Fernando Jeronimo - Sindicato de Profs. das Caldas mostra em entrevista ao Gazeta das Caldas a sua preocupação em relação às condições de trabalho dos professores e ao ambiente educativo proporcionado às crianças na Escola a Tempo Inteiro.

Entrevista dia 1

“É uma violência psicológica colocar um aluno sete ou oito horas restringido numa sala de aulas”, disse Fernando Jerónimo.
Texto dia 3 Out.

A questão do ambiente demasiado escolarizado ser ou não prejudicial para as crianças é uma questão central na análise do que se passa na Escola. Estão muito tempo - cerca de 8h a 9h - no mesmo local, com actividades semelhantes ou quase iguais do ponto de vista metodológico, mexem-se pouco porque há falta de espaço para o fazer e não têm grandes alternativas de escolha .

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Moodle na Escola da Ponte

Moodle na Escola da Ponte

Devem as crianças mais pequenas ter um portátil na escola?


Muitos educadores/as têm mostrado publicamente as suas preocupações sobre o acesso à Internet agora facilitado às crianças do lº Ciclo com o computador "Magalhaes"
Qual a sua opinião?

Seymor Papert

Expert on how technology can provide new ways to learn, his contributions go beyond education: mathematician and cofounder with Marvin Minsky of MIT .....

Texto

Papert é o teórico mais conhecido sobre o uso de computadores na educação, tendo criado, na década de 1970, a linguagem de programação Logo, para crianças, quando os computadores ainda eram limitados.

Textos do autor


Acha que o computador é um equipamento importante para as crianças?

E na escola?

Devem ou não as crianças ter um portátil para as suas tarefas escolares?

A maior feira de Videogames do mundo

Tóquio, 9 out (EFE).- A maior feira de videogames do mundo, Tokyo Game Show, começou hoje no Japão com 879 novos produtos e um desafio: conseguir que cada membro de uma família tenha um videogame

notícia

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Jogos de Playstation nas escolas - Jornal da Madeira

Jogos de “playstation” “recomendado” nas escolas
Especialista em Educação, Maria José Araújo, defende que é urgente respeitar o brincar das crianças do primeiro ciclo e como tal disponibilizar-lhes jogos de “playstation” nas escolas para que possam descansar do trabalho da sala de aula.
Jogos de "playstation" nas escolas para as
crianças brincarem e descansarem do trabalho da "sala de aula" é uma proposta para as Actividades de Enriquecimento Curricular de uma especialista em Educação para evitar o "risco de acabar com a infância".
"É urgente respeitar o brincar das crianças e reabilitar o sentido da actividade lúdica" na Escola a Tempo Inteiro, disse à agência
Lusa Maria José Araújo, investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Educativa da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Para Maria José Araújo, o prolongamento do horário das escolas primárias, em vigor desde 2006, é "inegavelmente" uma medida "socialmente útil", mas se houver "condições físicas e humanas para o fazer" e garantia de que as actividades que se fazem com as crianças vão ao encontro dos seus interesses.
O horário pós-escolar deve apostar em actividades lúdicas e culturais, em vez de "ser só actividades programadas e organizadas em função da aprendizagem escolar", afirmou a investigadora, que está a fazer uma tese de doutoramento sobre a relação entre tempo livre e tempo de trabalho escolar em espaços educativos frequentados por crianças entre os 6 e os 12 anos.
"Os adultos querem as crianças ocupadas e esquecem-se de que as crianças que frequentam o 1º ciclo são muito pequenas, que estiveram toda a manhã ou toda a tarde a trabalhar na sala de aula, cumprindo o seu ofício de estudantes, e que precisam de descansar", sublinhou.
Para a investigadora, é preciso apostar no que as crianças gostam, como jogar "playstation" e ter computadores com acesso à Internet.
"Os bons jogos de vídeo (as consolas) tanto do agrado das crianças têm imensas potencialidades que os adultos, que não jogam, não conhecem e desprezam", comentou Maria João Araújo, que tem vindo a trabalhar nas vantagens deste tipo de jogo e a tentar perceber por que é que os pais tanto resistem a deixar os miúdos jogar.

Bibliotecas mais
atractivas

As escolas deviam apostar também em "boas" bibliotecas com materiais interessantes para que as crianças possam escolher, como livros, jogos e revistas, disse à Lusa, reconhecendo que já há algumas instituições a fazer isso.
Maria José Araújo defendeu ainda a reabilitação de jardins da cidade, para que os educadores possam para lá ir com as crianças, e actividades ligadas ao cinema, teatro e música para os mais pequenos
descobrirem estas formas de arte.
"Muitos professores de música e de expressão plástica têm-se queixado, nas entrevistas que faço, que não têm condições de trabalho na escola ou neste programa da escola a tempo inteiro", contou.
As queixas vão para a falta de instrumentos e para as salas, que "não estão preparadas para que eles possam trabalhar com as crianças". "Como as crianças já estão muito cansadas é o caos e isto é verbalizado por estes professores e até por muitos directores das escolas que dizem que tudo funciona pela boa vontade dos educadores e que o Ministério da Educação não sabe o que se passa", acrescentou.
Maria José Araújo salientou que os adultos têm de começar a acreditar que as crianças sabem, muito bem, entreter-se e que precisam somente que lhes seja criado o ambiente e as condições para que o possam fazer em segurança.
"Estas medidas não podem partir só das necessidades dos pais. Têm de partir das necessidades e da felicidade das próprias crianças para que não se corra o risco de acabar de uma vez por todas com a infância", rematou.


O horário pós-escolar deve apostar em actividades lúdicas e culturais, em vez de "ser só actividades programadas e organizadas em função da aprendizagem escolar", afirmou a especialista em Educação, Maria José Araújo, que está a faxer um doutoramento sobre a relação entre tempo livre e tempo de trabalho escolar.

A autoridade não se impõe, conquista-se

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