sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Qu'est-ce que l'autorité ?

Pour éviter tout malentendu, il aurait peut-être étè plus sage, dans le titre, de poser la question: que fut l'autorité? - et non:qu'est-ce que l'autorité ? Car c'est, à mon avis, le fait que l'autorité a disparu du monde moderne qui nous incite et nous fonde à soulever cette question. Comme il ne nous est plus possible de prendre appui sur les expériences authentiques et indiscutables, communes à tous, le mot lui-même a étè obscurci par la controverse et la confusion. (...)

Como a autoridade pressupõe sempre obediência, pensamos sempre a autoridade como forma de poder ou violência.

Hannah Arendt (1954) La Crise de la Culture. Paris: Édition Gallimard 1972

A escola e a violência(s)

Um episódio desagradável de "violência física" numa Escola do lº Ciclo do Cerco do Porto. A violência nunca tem justificação mesmo que possa ter uma razão. "Bato primeiro pergunto depois" incompreensivel em qualquer situação e repreensível em adultos que deviam dar o exemplo aos seus filhos.
Esta notícia já devidamente comentada pela Associação de Pais da Escola e pelo responsável da DREN quando refere:
- Só por motivo "devidamente justificado podem os pais entrar na Escola. Mesmo nos horários de entrada e de saída têm de esperar pelos filhos à porta do estabelecimento " disse o director adjunto da DREN à Lusa.

Notícia

Incidente destes, sempre lamentáveis, não ajudam a criar uma comunidade educativa empenhada na qualidade do ambiente educativo que se pode proporcionar às crianças e jovens, pois mesmo antes de saber o que se passa já se entra no acto agressivo que não dignifica ninguém não resolve nada e põe em causa o trabalho de anos.

Quanto à EB1 do Cerco é uma boa Escola empenhada no trabalho com os alunos/as, dedicada à causa de aprender e ensinar testemunhado por muitos e muitas e que se vê agora numa situação desagradável e sem justificação....

Um testemunho do que se passa nas Caldas mas que é comum a muitas outras escolas do país

Sindicato dos professores lança alertas e reivindicações no início do ano escolar

Fernando Jeronimo - Sindicato de Profs. das Caldas mostra em entrevista ao Gazeta das Caldas a sua preocupação em relação às condições de trabalho dos professores e ao ambiente educativo proporcionado às crianças na Escola a Tempo Inteiro.

Entrevista dia 1

“É uma violência psicológica colocar um aluno sete ou oito horas restringido numa sala de aulas”, disse Fernando Jerónimo.
Texto dia 3 Out.

A questão do ambiente demasiado escolarizado ser ou não prejudicial para as crianças é uma questão central na análise do que se passa na Escola. Estão muito tempo - cerca de 8h a 9h - no mesmo local, com actividades semelhantes ou quase iguais do ponto de vista metodológico, mexem-se pouco porque há falta de espaço para o fazer e não têm grandes alternativas de escolha .

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Moodle na Escola da Ponte

Moodle na Escola da Ponte

Devem as crianças mais pequenas ter um portátil na escola?


Muitos educadores/as têm mostrado publicamente as suas preocupações sobre o acesso à Internet agora facilitado às crianças do lº Ciclo com o computador "Magalhaes"
Qual a sua opinião?

Seymor Papert

Expert on how technology can provide new ways to learn, his contributions go beyond education: mathematician and cofounder with Marvin Minsky of MIT .....

Texto

Papert é o teórico mais conhecido sobre o uso de computadores na educação, tendo criado, na década de 1970, a linguagem de programação Logo, para crianças, quando os computadores ainda eram limitados.

Textos do autor


Acha que o computador é um equipamento importante para as crianças?

E na escola?

Devem ou não as crianças ter um portátil para as suas tarefas escolares?

A maior feira de Videogames do mundo

Tóquio, 9 out (EFE).- A maior feira de videogames do mundo, Tokyo Game Show, começou hoje no Japão com 879 novos produtos e um desafio: conseguir que cada membro de uma família tenha um videogame

notícia

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Jogos de Playstation nas escolas - Jornal da Madeira

Jogos de “playstation” “recomendado” nas escolas
Especialista em Educação, Maria José Araújo, defende que é urgente respeitar o brincar das crianças do primeiro ciclo e como tal disponibilizar-lhes jogos de “playstation” nas escolas para que possam descansar do trabalho da sala de aula.
Jogos de "playstation" nas escolas para as
crianças brincarem e descansarem do trabalho da "sala de aula" é uma proposta para as Actividades de Enriquecimento Curricular de uma especialista em Educação para evitar o "risco de acabar com a infância".
"É urgente respeitar o brincar das crianças e reabilitar o sentido da actividade lúdica" na Escola a Tempo Inteiro, disse à agência
Lusa Maria José Araújo, investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Educativa da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Para Maria José Araújo, o prolongamento do horário das escolas primárias, em vigor desde 2006, é "inegavelmente" uma medida "socialmente útil", mas se houver "condições físicas e humanas para o fazer" e garantia de que as actividades que se fazem com as crianças vão ao encontro dos seus interesses.
O horário pós-escolar deve apostar em actividades lúdicas e culturais, em vez de "ser só actividades programadas e organizadas em função da aprendizagem escolar", afirmou a investigadora, que está a fazer uma tese de doutoramento sobre a relação entre tempo livre e tempo de trabalho escolar em espaços educativos frequentados por crianças entre os 6 e os 12 anos.
"Os adultos querem as crianças ocupadas e esquecem-se de que as crianças que frequentam o 1º ciclo são muito pequenas, que estiveram toda a manhã ou toda a tarde a trabalhar na sala de aula, cumprindo o seu ofício de estudantes, e que precisam de descansar", sublinhou.
Para a investigadora, é preciso apostar no que as crianças gostam, como jogar "playstation" e ter computadores com acesso à Internet.
"Os bons jogos de vídeo (as consolas) tanto do agrado das crianças têm imensas potencialidades que os adultos, que não jogam, não conhecem e desprezam", comentou Maria João Araújo, que tem vindo a trabalhar nas vantagens deste tipo de jogo e a tentar perceber por que é que os pais tanto resistem a deixar os miúdos jogar.

Bibliotecas mais
atractivas

As escolas deviam apostar também em "boas" bibliotecas com materiais interessantes para que as crianças possam escolher, como livros, jogos e revistas, disse à Lusa, reconhecendo que já há algumas instituições a fazer isso.
Maria José Araújo defendeu ainda a reabilitação de jardins da cidade, para que os educadores possam para lá ir com as crianças, e actividades ligadas ao cinema, teatro e música para os mais pequenos
descobrirem estas formas de arte.
"Muitos professores de música e de expressão plástica têm-se queixado, nas entrevistas que faço, que não têm condições de trabalho na escola ou neste programa da escola a tempo inteiro", contou.
As queixas vão para a falta de instrumentos e para as salas, que "não estão preparadas para que eles possam trabalhar com as crianças". "Como as crianças já estão muito cansadas é o caos e isto é verbalizado por estes professores e até por muitos directores das escolas que dizem que tudo funciona pela boa vontade dos educadores e que o Ministério da Educação não sabe o que se passa", acrescentou.
Maria José Araújo salientou que os adultos têm de começar a acreditar que as crianças sabem, muito bem, entreter-se e que precisam somente que lhes seja criado o ambiente e as condições para que o possam fazer em segurança.
"Estas medidas não podem partir só das necessidades dos pais. Têm de partir das necessidades e da felicidade das próprias crianças para que não se corra o risco de acabar de uma vez por todas com a infância", rematou.


O horário pós-escolar deve apostar em actividades lúdicas e culturais, em vez de "ser só actividades programadas e organizadas em função da aprendizagem escolar", afirmou a especialista em Educação, Maria José Araújo, que está a faxer um doutoramento sobre a relação entre tempo livre e tempo de trabalho escolar.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Dar Tempo às Crianças para serem Crianças

É urgente reabilitar o Brincar das Crianças

São crianças, mas incutem-lhes responsabilidades de adultos. Passam quase a totalidade do dia na escola, enquanto os pais se encontram no trabalho. Não há problema quanto à escola a tempo inteiro, o problema está nas actividades que são oferecidas às crianças. “Há um excesso de actividade escolarizada, em detrimento da actividade lúdica. As nossas crianças não brincam”. (...)

Canal UP Universidades e Politécnicos

A autoridade não se impõe, conquista-se

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